Dívida bruta do Brasil atinge 82,9% do PIB em agosto e alcança maior patamar em cinco anos

Indicador oficial do Banco Central aponta avanço da dívida bruta do governo geral, pressionada pelo contexto macroeconômico e custos de captação.
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Indicador oficial do Banco Central aponta avanço da dívida bruta do governo geral, pressionada pelo contexto macroeconômico e custos de captação.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) variou 1,57% em setembro, acumulando alta de 3,34% em 12 meses e elevando os custos de locações residenciais e comerciais a partir de outubro.

Novas estimativas econômicas divulgadas em setembro de 2026 apontam desaceleração gradual do PIB brasileiro sob o peso de juros elevados, enquanto analistas monitoram a inflação e os passos do Banco Central.

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) registrou queda em setembro, puxado pelo componente de Expectativas e menor dispersão nas projeções de inflação.

Proposta do governo federal estabelece diretrizes para identificar riscos e avaliar a disponibilidade de seguros em projetos de portos, aeroportos e hidrovias.

Com o crescimento expressivo da energia solar no Brasil, a Aneel e órgãos do setor elétrico discutem mudanças para ampliar a observabilidade e o controle operacional sobre os sistemas distribuídos e centralizados.

A partir de 1º de outubro de 2026, o Pix por aproximação deixa de ter o limite estático de R$ 500 e passa a ser regido pelas preferências de segurança de cada correntista.

O governo federal ampliou os limites e liberou um volume expressivo de crédito para estados e municípios em 2026, elevando o endividamento em meio ao cenário eleitoral.

O Relatório Focus divulgado pelo Banco Central indica revisão para cima nas expectativas de inflação, refletindo os desafios do cenário macroeconômico atual.

O IGP-M registrou alta de 1,57% em setembro, revertendo a tendência de quedas anteriores e acumulando alta de 3,34% em 12 meses para contratos de locação.